domingo, 21 de março de 2010

Stakeholder


Stakeholder (em português, parte interessada ou interveniente), é um termo usado em administração que refere-se a qualquer pessoa ou entidade que afeta ou é afetada pelas atividades de uma empresa.

O termo foi usado pela primeira vez pelo filósofo Robert Edward Freeman. Segundo ele, os stakeholders são um elemento essencial ao planejamento estratégico de negócios.

De maneira mais ampla, compreende todos os envolvidos em um processo, que pode ser de caráter temporário (como um projeto) ou duradouro (como o negócio de uma empresa ou a missão de uma organização ).

O sucesso de qualquer empreendimento depende da participação de suas partes interessadas e por isso é necessário assegurar que suas expectativas e necessidades sejam conhecidas e consideradas pelos gestores. De modo geral, essas expectativas envolvem satisfação de necessidades, compensação financeira e comportamento ético. Cada interveniente ou grupo de intervenientes representa um determinado tipo de interesse no processo. O envolvimento de todos os intervenientes não maximiza obrigatoriamente o processo, mas permite achar um equilíbrio de forças e minimizar riscos e impactos negativos na execução desse processo.

Uma organização que pretende ter uma existência estável e duradoura deve atender simultaneamente as necessidades de todas as suas partes interessadas. Para fazer isso ela precisa "gerar valor", isto é, a aplicação dos recursos usados deve gerar um benefício maior do que seu custo total.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Stakeholder


Market Share


Market Share (termo mais comum no Brasil), ou pela tradução literal do inglês "quota de mercado" (termo mais comum em Portugal) ou ainda fatia de mercado, participação no mercado, porção no mercado, etc. O termo em inglês tem a seguinte composição: market significa mercado e share, divisão ou quota.

A expressão tem como tradução participação no mercado e designa a fatia de mercado detida por uma organização. Sua medida quantifica em porcentagem a quantidade do mercado dominado por uma empresa. Divide-se o número total de unidades que a empresa vendeu pelo total de unidades vendidas no segmento em que a empresa atua. O valor pode ser obtido ainda da divisão do valor total em vendas da empresa pelo valor total em vendas do segmento.

O valor de um produto ou serviço as vezes aumenta exponencialmente com o market share, pois quanto mais útil ele se torna, mais essencial será para os consumidores ou comunidades de usuário. Porém, esta equação nem sempre é verdadeira, principalmente quando analisamos mercados regidos por uma política de guerra de preços.

Como Kotler (2000) afirma, se as vendas de determinada empresa crescerem 5 por cento ao ano, mas as vendas do setor crescerem 10 por cento ao ano, a empresa estará perdendo participação no mercado, pois não estará conseguindo acompanhar o crescimento setorial.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Quota_de_mercado


Display


Um Display, ou mostrador em portugês, é um dispositivo para a apresentação de informação, de modo visual ou tátil, adquirida, armazenada ou transmitida sob várias formas. Quando a informação de entrada é fornecida como um sinal elétrico, o display é chamado de "display (ou "painel") eletrônico". Displays eletrônicos estão disponíveis para apresentação de informação tanto sob forma visual quanto táctil.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Display

segunda-feira, 15 de março de 2010

Backlight


Backlight é a forma de iluminação usada num monitor LCD. Backlights diferenciam-se de frontlights porque iluminam o LCD por trás ou pelo lado, enquanto os frontlights ficam na parte frontal do LCD. São usados em telas pequenas para melhorar a legibilidade em más condições de luz e em telas de computadores e televisores LCD para produzir luz de maneira análoga a um monitor CRT.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Backlight

Frontlight


FRONTLIGHT designa um tipo de mídia exterior de altíssimo impacto visual. Consiste em um painel suspenso por um poste resistente, em geral a grandes alturas, onde uma lona impressa é aplicada. Essa lona é iluminada por refletores externos, formato que deu origem ao nome do veículo Com formatos avantajados, insere-se com destaque no ambiente dos grandes centros urbanos ou mesmo em trechos rodoviários, pois possibilita visualização de longa distância.

Sua característica de construção, iluminação e formato são os fatores que proporcionam um dos mais altos índices de Recall da categoria, pois impressiona pessoas em grande número, dia e noite, tornando sua comunicação muito mais eficiente.

Fonte: http://www.rededifusora.com.br/frontlight/index_frontlight.htm

Woobler


Woobler é um material de propaganda utilizado geralmente em supermercados que é colocado nas gôndolas, na altura dos olhos, com o intuito de informar o consumidor sobre as vantagens de adquirir determinado produto.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Wobbler

Ombudsman


Ombudsman é uma palavra sueca que significa representante do cidadão. Designa, nos países escandinavos, o ouvidor-geral -função pública criada para canalizar problemas e reclamações da população. Na imprensa, o termo é utilizado para designar o representante dos leitores dentro de um jornal. A função de ombudsman de imprensa foi criada nos Estados Unidos nos anos 60. Chegou ao Brasil num domingo, dia 24 de setembro de 89, quando a Folha, numa decisão inédita na história do jornalismo latino-americano, passou a publicar semanalmente a coluna de seu ombudsman.

A Folha examinava a criação do cargo desde 1986, motivada pelo sucesso das experiências do diário espanhol "El País" e do norte-americano "The Washington Post". O jornal assumiu o objetivo de ter seu próprio ombudsman, um profissional dedicado a receber, investigar e encaminhar as queixas dos leitores; realizar a crítica interna do jornal e, uma vez por semana, aos domingos, produzir uma coluna de comentários críticos sobre os meios de comunicação -na qual a Folha deveria ser um dos alvos privilegiados.

Para exercer o cargo com independência, o jornal instituiu o mandato de um ano para cada ombudsman, com a possibilidade de apenas uma única renovação de mais um ano. Essa possibilidade, posteriormente, foi expandida, para duas renovações (três anos de mandato). O profissional não pode ser demitido durante o mandato e tem estabilidade de mais seis meses no jornal após deixar a função.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ombudsman/cargo.shtml